Grupo de Estudo do Lepec retorna atividades em 2018

Tradição há muito tempo, o Grupo de Estudos do Lepec retoma suas atividades em 2018, retomando as leituras sobre cidades. O grupo é aberto a qualquer um que queira participar e vai passar a ser mensal agora, para tirarmos melhor proveito dos textos.

O primeiro encontro será na quinta-feira, 22 de março, às 14h, na própria sala do Lepec, começando os estudos com O Direito à Cidade, de Henri Lefebrvre.

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Professores e Pesquisadores do Lepec fazem atividade de campo no Parque do Cocó

Neste domingo, 11 de março, professores e pesquisadores do Lepec fizeram uma atividade de campo no Parque do Cocó, em Fortaleza, como parte das atividades da pesquisa A Condição Urbana Contemporânea: Usos, sociabilidades e percepções do espaço público, que o laboratório desenvolve desde 2016. Esta pesquisa entra em uma nova fase agora, na qual os resultados das etapas anteriores descortinam novas possibilidades, objetos e indagações sociológicas.

A atividade de campo citada serviu como abertura simbólica dessa nova etapa e teve como objetivo observar a movimentação da programação de domingo no Parque do Cocó, que associada à Ciclofaixa de Lazer, promove uma série de ações patrocinadas pelo Governo Estadual, como atividades aeróbicas, zumba, arvorismo, escalada, biodança, massoterapia e muito mais.

Essa atividade de campo e as que seguirão irão subsidiar um novo survey que irá ser aplicado ainda neste semestre.

 

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Pesquisa de professor do Lepec é destaque na Agência UFC

Em 2017, a Universidade Federal do Ceará lançou um novo canal de divulgação científica: a Agência UFC, que tem como objetivo apresentar os principais projetos de pesquisa e inovação desenvolvidos na universidade. A pesquisa do professor Irapuan Peixoto sobre mobilidade urbana foi um dos destaques do mês de novembro.

Abaixo, reproduzimos o conteúdo integral da Agência UFC sobre o tema. O original pode ser conferido clicando aqui.

Prof. Irapuan Peixoto em via movimentada (Foto: Júnior Panela/UFC)Prof. Irapuan Peixoto estudou a experiência das cidades no mundo para poder avaliar a efetividade das políticas implantadas localmente (Foto: Júnior Panela/UFC)
SOCIEDADE E CULTURA

Um olhar sociológico sobre a mobilidade urbana

Pesquisador da UFC estuda as intervenções do poder público no trânsito de Fortaleza a partir de experiências internacionais de mobilidade

Com uma frota de 1.053.975 veículos, número resultante de aumento de 49% nos últimos 10 anos, Fortaleza tem sido palco de várias intervenções de mobilidade para desafogar zonas de congestionamento e proporcionar opções além do carro particular. Essas ações e o impacto nos habitantes da cidade são o foco de pesquisa do Laboratório de Estudos de Política e Cultura (LEPEC).

Para estudar a real efetividade das políticas desenvolvidas e propor alternativas, o Prof. Irapuan Peixoto se debruçou sobre a experiência de mobilidade em outras cidades do mundo, especialmente na América Latina.

Segundo o pesquisador, o forte investimento em obras de estrutura viárias, como o alargamento de vias e a construção de viadutos, está em consonância com a cultura de transporte individual, que valoriza o carro, típica das grandes metrópoles brasileiras. Para ele, esse investimento causaria alívio no trânsito apenas temporariamente, uma vez que as obras acabam estimulando o consumo de veículos particulares e, a longo prazo, aumentando os congestionamentos.

Ele lembra que em cidades como Londres e Nova York os moradores são desestimulados a usar carros em áreas centrais, em virtude do custo de estacionamento, da escassez de vagas e de opções mais eficientes de transporte público. O professor acredita, então, que a real melhoria na mobilidade da cidade se daria por meio da mudança dessa cultura e do investimento no transporte coletivo.”É preciso provar que é mais rápido andar de ônibus do que de carro para que o motorista particular veja que não vale a pena (o carro)”, defende.

“Deve haver redistribuição, requalificação e um repensar do transporte público de Fortaleza”

Entretanto, ele considera que a falta de estrutura e conforto no sistema público de transporte, sobretudo nos ônibus, tem sido um empecilho para garantir essa mudança de hábito. “Deve haver redistribuição, requalificação e um repensar do transporte público de Fortaleza para que ele possa, de fato, aparecer como alternativa ao transporte particular”, complementa.

Mesmo que haja o ganho de novas faixas preferenciais para ônibus a partir das obras viárias desenvolvidas, garantindo maior velocidade na locomoção, o professor argumenta que a reformulação de vias não é uma solução completa, visto que os coletivos ainda precisam dividir o mesmo espaço com carros nos momentos de conversão.

Outro problema encontrado por quem depende dos ônibus está na falta de confiança no cumprimento de horários dos coletivos, algo que começa a ser contornado por aplicativos de celular que informam a chegada dos veículos nas paradas. “Se você sabe o horário de seu ônibus, você planeja sua vida em torno disso. A confiabilidade do sistema torna o uso do ônibus uma coisa menos traumática”, explica.

SOLUÇÕES

Modelo adotado inicialmente em Curitiba e copiado por países da América Latina, o Bus Rapid Transit (BRT) tem sido uma das apostas da gestão em Fortaleza para desafogar as grandes vias, retirando automóveis do espaço de circulação dos ônibus. “É interessante perceber que o Brasil está exportando esse modelo, mas não estamos refletindo (sociologicamente) sobre ele. Discutimos a mobilidade apenas em um aspecto matemático ou estrutural”, provoca Irapuan.

Tomado como uma experiência de sucesso, por facilitar o trajeto dos coletivos, o BRT surge, segundo o professor, como uma alternativa melhor que o metrô, projeto caro e, no caso de Fortaleza, ultrapassado (visto que data de 1997). Ele argumenta que, ao contrário de cidades onde o sistema subterrâneo já é bem estabelecido e são necessárias apenas algumas melhorias, na capital cearense, a construção de novas linhas demanda trabalho e gastos que seriam melhor investidos no BRT, obra capaz de trazer um impacto positivo maior na cidade por ser de superfície.

Diante do ainda deficiente sistema de ônibus e metrô, o que surge são medidas paliativas de transporte alternativo, como é o caso das bicicletas compartilhadas, promovido em Fortaleza por parceria público-privada. “Houve desenvolvimento de ciclofaixas, foram surgindo iniciativas. Mas até que ponto (se pode afirmar que) o uso é apenas de lazer ou que está tendo adesão da população?”, questiona o pesquisador.

“Existe um movimento de tensão de demanda e oferta entre população e governo, que precisa negociar com a sociedade civil”

Apesar de proporcionar um novo modelo de locomoção, o sistema tem sido desenvolvido de forma problemática, segundo Irapuan. Ele lembra que o uso da bicicleta como condução cotidiana sempre foi comum nas regiões periféricas da cidade, mas a distribuição de estações do modelo compartilhado teve início em bairros nobres, de forma concentrada.

“A periferia sempre andou de bicicleta, mas não tinha essa proteção estrutural”, argumenta. “O máximo que tivemos foram as ciclovias nos anos 1980, que são intrafegáveis, pois estão tomadas por árvores.” Apesar de haver a proposta de expansão, o pesquisador questiona se as estações um dia chegarão às regiões afastadas, algo que ele acredita poder ser resolvido se houver um movimento de convergência de um ponto da cidade a outro, em vez de espalhamento a partir da região central.

FUTURO

Os próximos passos da pesquisa tentarão, por meio de entrevistas, de fato estipular se o sistema compartilhado de bicicletas tem servido na melhoria do deslocamento diário. O pesquisador segue a hipótese de que se trata, em um primeiro momento, de um modelo mais ligado ao lazer do que à funcionalidade na mobilidade urbana. Também será analisado o impacto das primeiras intervenções de BRT na cidade, tanto para os motoristas de carro particulares quanto para os usuários e motoristas dos ônibus.

Com a pesquisa, Irapuan espera ajudar a preencher a lacuna de estudos dentro da sociologia que abordem a temática da mobilidade urbana, enfocando  a dinâmica entre poder público e habitantes da cidade. “Existe um movimento de tensão de demanda e oferta entre população, que exige uma solução, e governo, que tenta satisfazer essa exigência, mas precisa negociar com a sociedade civil. É interessante analisar essa negociação”, diz.

 

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Professores e Bolsistas do Lepec fazem reunião de planejamento para 2018

No dia 21 de dezembro de 2017, os professores e bolsistas do Lepec se reuniram para realizar o planejamento prévio de 2018, o que envolve a retomada do Grupo de Estudos, o Seminário anual do Laboratório, apresentação de trabalhos em congressos acadêmicos, a publicação de um livro, treinamentos, firmação de parcerias, além é claro, do desenvolvimento das pesquisas em andamento.

Para 2018, os membros do Lepec pretendem, mais do que nunca, investir para que as pesquisas de cada membro – sejam professores ou alunos, de graduação ou de pós – possam ser cada vez mais interconectadas e se relacionem internamente.

Participaram da reunião as bolsistas Giovanna Rebouças, Natasha Matos, Giovanna Carneiro, Janaellen Lima e Germana Lima; e os professores Danyelle Nilin Gonçalves e Irapuan Peixoto.

Vem mais por aí!

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Bolsistas do Lepec Defendem Trabalhos de Conclusão

Duas bolsistas do Lepec defenderam os Trabalhos de Conclusão de Curso para a obtenção do diploma de Bacharelado em Ciências Sociais, apresentando Monografias com os resultados das pesquisas desenvolvidas como atividades do Laboratório e vinculadas também aos Projetos de Iniciação Científica. Uma terceira bolsista do Lepec também concluiu o curso de Licenciatura em Ciências Sociais com um Memorial também associado à pesquisa do Laboratório.

Germana Nayara Lopes Lima encerrou sua graduação em Licenciatura em Ciências Sociais, tendo sido bolsista da pesquisa de Iniciação Científica Adesões e Conflitos entre Culturas Juvenis na Escola: práticas, saberes e valores da juventude no ambiente escolar, coordenada pelo professor Irapuan Peixoto, e desenvolvida entre os anos de 2014 e 2017 no âmbito do PIBIC, e que prossegue em atividade.

Paula Cristina Barros Lopes defendeu a Monografia Vivendo na Rede: uma reflexão sobre habitus virtuais da geração centennial na Escola Estadual de Educação Profissional Professor César Campelo, também como parte do projeto acima mencionado, especificamente sobre o modo como os jovens da escola usam a internet e as redes sociais, apresentando o trabalho no dia 22 de dezembro de 2017, e agora, leva a pesquisa para outro patamar ao ingressar no Mestrado em Sociologia, no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFC, turma 2018.

Giovanna Lima Santiago Carneiro defendeu sua Monografia Se Essa Rua Fosse Minha, analisando a percepção do medo das mulheres em sofrer assédio sexual “na rua”, como parte da pesquisa Academias ao Ar Livre, coordenada pela professora Danyelle Nilin Gonçalves, e também ingressa na Turma 2018 do Mestrado em Sociologia da UFC para continuar sua pesquisa.

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Seminário do Lepec discute as cidades a partir da sociabilidade e da renovação

Nos dias 27 e 28 de novembro de 2017 ocorreu o Seminário Novas Sociabilidades Urbanas: Espaço Público e Renovação das Cidades, na qual foram apresentadas as pesquisas em andamento do Lepec e também o diálogo com pesquisadores parceiros.

O Seminário contou com Abertura do sociólogo Rogério Proença, da Universidade Federal de Sergipe e nome de referência internacional na discussão das cidades; compondo uma mesa redonda com a professora Irlys Barreira, coordenadora do Lepec.

A palestra Usos e Contra-Usos: Revisitando sociabilidades urbanas de Rogério Proença abordou a categoria de contra-usos, desenvolvida pelo pesquisador, na qual os espaços públicos da cidade ganham ressignificação a partir dos modos como são usados pela sociedade, independente de suas “funções” originais. Desse modo, assume caráter de resistência e enfrentamento de grupos específicos contra determinados usos pensados, por exemplo, pelo poder público. Também abordou os temas de gentrificação e o conceito de sociedade da transparência, desenvolvido por Byung-Chul Han.

Domínios do Espaço Público: Conflitos e Reinvenções de Irlys Barreira abordou a temática de esfera pública e espaço público, especialmente, nos novos usos do espaço público e a tensão de sua não-homogeneização, por meio de resistências à segregação, por exemplo. A autora apresentou a pesquisa em andamento do Lepec sobre os novos usos do espaço público, na qual grupos sociais se apropriam de determinados espaços para atividades específicas, criando demandas e tensões ao poder público; e como isso é um fenômeno muito forte e interessante em Fortaleza, na atualidade.

Por fim, Willams Lopes fechou a mesa com a palestra Espaço Público e Requalificação: A Praça dos Mártires, na qual abordou o espaço de Fortaleza conhecido popularmente como Passeio Público e as transformações em seu uso criadas a partir da intervenção do poder público, num esforço de assepsia, forjando em resultado, uma disputa entre vários atores que faziam (e fazem) usos distintos do espaço.

Após um bom debate, que trouxe em pauta questões como as megacidades e os ciclos econômicos do capital contemporâneo, a programação sofreu um intervalo e retomou às 18h30 com a segunda sessão. Agora, uma mesa redonda com a professora da UFRN Tereza Nobre e o professor da UFAM Benedito Carvalho, que realiza estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFC. A professora Lúcia Bogus da PUC-SP também estava programada para a noite, mas adoeceu e precisou cancelar sua vinda. A mesa foi mediada pelo professor Irapuan Peixoto, do Lepec.

Tereza Nobre abordou as sociabilidades complexas das pessoas em situação de rua nas grandes cidades, problematizando conceitos de apartheid por ausências e desterritorialização, ao mesmo tempo em que tal condição gera uma reinvenção de si e do mundo. Benedito Carvalho abordou os problemas do capital imobiliário no mundo contemporâneo, desenvolvendo reflexões sobre o conceito de cidade de chegada de Stephen Sander e a ideia de uma era do capital improdutivo, que é discutida por autores como Ladislau Dowbor e Bruce Cronin.

No dia 28 de novembro, às 9h, o Seminário teve sua terceira sessão, com participação da professora do Lepec, Danyelle Nilin Gonçalves; a também professora pesquisadora do Lepec, Geísa Mattos; e o professor da Universidade Estadual do Ceará e pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFC, Igor Monteiro.

Igor Monteiro apresentou suas pesquisas no campo da sociabilidade na cidade, enfocando os grupos de capoeira que se organizam nas periferias da cidade e se tornam, inclusive, palco de fluxos turísticos inusitados, por meio de um circuito específico de turismo mobilizado por marcadores culturais ou sociais. Vindo de uma pesquisa sobre turistas mochileiros, analisou como os fluxos e as sociabilidades nas cidades são impactados por novas situações criadas pela mundialização. Geísa Mattos abordou o conceito de racialização por meio dos moradores de favelas do Rio de Janeiro, analisando uma nova condição de segregação imposta por marcadores sociais que são manipulados pelos agentes de diferença. Danyelle Nilin Gonçalves apresentou os resultados de sua pesquisa sobre mulheres frequentadoras das academias ao ar livre na cidade de Fortaleza, refletindo sobre os novos usos do espaço público, a mobilidade dos corpos na cidade e como a questão de gênero se coloca perante isso numa contextualidade de violência.

Por fim, a quarta e última sessão do Seminário se deu no dia 28, às 18h30, contando com o professor do Lepec Irapuan Peixoto; a professora do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFC, Clelia Lustosa; e o professor de Arquitetura e Urbanismo da UFC, Renato Pequeno.

Clelia Lustosa abordou a interface entre meio ambiente e higienização na história de Fortaleza, o modo como a cidade foi sendo transformada ao longo do tempo por um processo de mudança constante, que acompanha as descobertas científicas, e media os interesses do poder público e do capital imobiliário, causando por muitas vezes conflitos sociais. Renato Pequeno discutiu os processos de ocupação e remoção de famílias em Fortaleza, por meio das obras estruturais de intervenção da Copa do Mundo de Futebol da FIFA de 2014 (que teve Fortaleza como uma das subsedes), dos grandes projetos de intervenção e requalificação dos espaços (realizados pelo poder público e pela iniciativa privada) e analisou como programas governamentais como o Minha Casa, Minha Vida terminaram se transformando em instrumentais de tais processos. O professor Irapuan Peixoto discorreu sobre a problemática da mobilidade urbana nas grandes cidades do mundo e trouxe o problema para Fortaleza, analisando a ação do poder público (especialmente o municipal) em obras estruturais para solucionar o problema e na reação de movimentos organizados e de ações espontâneas da população que geram fenômenos como a ampliação do uso das bicicletas pela classe média.

O Seminário foi encerrado após intenso debate, que envolveu a participação de vários dos palestrantes anteriores, como Irlys Barreira e Benedito Carvalho, pensando particularmente uma questão de fundo que apareceu na maioria dos trabalhos expostos: a ação do capital imobiliário como estratégia do grande capital de conseguir dividendos e manter o poder econômico numa era de capital industrial enfraquecido e capital financeiro instável.

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Seminário Novas Sociabilidades Urbanas: Espaço Público e Reinvenção de Cidades.

Acontecerá nos dias 27 e 28 de novembro de 2017 no Auditório Luiz Gonzaga, localizado no CH3,o seminário Novas Sociabilidades Urbanas: Espaço Público e Reinvenção de Cidades. Não percam!

Segue a programação:

  • 27/11

  • 28/11



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LEPEC na XI Semana de Humanidades

Nós do LEPEC também não ficamos de fora da programação da XI Semana de Humanidades, participando como ouvintes e contribuintes. Na foto estão as nossas bolsistas Paula Chaves e Giovanna Santiago participando da I MOSTRA DE TRABALHOS DA PÓS GRADUAÇÃO.

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Grupo de Estudos: Usos, sociabilidades e percepções do espaço público.

Na próxima quinta (05/10) o grupo de estudos do LEPEC “Usos, sociabilidades e percepções do espaço público” vai retornar as suas atividades às 16 horas na sala do LEPEC (Laboratório de Estudos em Política, Educação e Cultura) com o texto ” “Vazios” e “Misturas”: classificações socioespaciais sobre o centro da cidade.” da professora Irlys Barreira. Venha nos conhecer!

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Evento “Desafios da Política Contemporânea”

Tudo beleza, pessoal?

No dia 27 de setembro de 2017 (quarta feira) será mediado pela professora Geísa Matos o evento chamado “Desafios da Política Contemporânea: “nova direita”, racismo e violência simbólica de gênero”, ele ocorrerá no Auditório José Albano que fica no Centro de Humanidades Área 1 (CH1) às 9 horas da manhã. Não percam!

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